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Como organizar propostas de marcas sem planilha infinita

Um fluxo de triagem simples mostra o que automatizar, o que revisar e o que nunca delegar nas propostas de publi.

Quem trabalha com publicidade recebe propostas por e-mail, DM, WhatsApp e indicações de agência. Sem um fluxo único, parte delas fica sem resposta e parte é respondida tarde.

O primeiro passo é decidir o que entra na triagem. Uma boa proposta informa a marca, o produto, o formato, o prazo, a verba e o que espera da entrega. Quando falta algum desses itens, o primeiro retorno deve pedir a informação.

O segundo passo é definir critérios de fit. Segmento da marca, alinhamento com o público, conflito com patrocinadores atuais, exclusividade exigida e faixa de preço mínima ajudam a separar o que merece atenção.

Leitura relacionada: Veja como a triagem de propostas funciona numa equipe de creators.

O terceiro é manter uma tabela de preços e uma agenda atualizadas. Sem elas, qualquer resposta depende de alguém lembrar a disponibilidade e o valor do mês.

Com esses três itens, boa parte do trabalho é repetitiva e pode ser apoiada por IA: ler a proposta, extrair os dados, checar contra os critérios e escrever um rascunho de resposta.

Algumas decisões não devem ser delegadas. Negociar valor fora da tabela, aceitar exclusividade, tratar de tema sensível, responder a uma crise ou fechar contrato são decisões do creator ou do sócio, com apoio da equipe.

Uma tela única, com a proposta, o resumo, a checagem de fit e o rascunho, permite que a equipe aprove em minutos. Fica registrado quem decidiu o quê.

O contrato merece leitura própria. Prazo de uso de imagem, direito de repostagem, exclusividade e multa de rescisão precisam estar claros, e vale ter um advogado para os casos de maior valor.

Para começar, junte as últimas vinte propostas, veja quanto tempo cada uma levou para ser respondida e quantas viraram contrato. Esse número mostra onde está o gargalo.

Diagnóstico gratuito, resposta em 24h e confidencialidade.